sábado, 23 de maio de 2009

Desejo Reprimido


É uma madrugada fria...

Por que não me escutas?

...

Estou falando contigo...

Nada vai mudar a realidade,

Nem mesmo o seu silêncio.

Eu sei que é difícil assumir.

Sinto o frio que vem de fora

Entrando em meu corpo

Tocando minha alma...

Agonia que não passa

A batida do coração parece,

Parece, parece...

Passos apressados

Que não saem do lugar

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Queria que me compreendesse

Sentir a dor que eu sinto

Caminhar pelo Caminho que trilho

Se ao menos demonstrasse interesse.

Poderia ter uma chance

Uma oportunidade única,

A dor que daria alegria

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Pode ser demasiadamente tarde o Amanhã

O Hoje pode ser sua última chance.

Depois que estiveres lá

Retorno será inviável

Escute-me, minhas palavras

Simples palavras (futuro complexo)

Nelas há sabedoria,

Imparcialidade

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Vou prestar conta mais tarde

Não quero carregar a culpa

Ajude-me

A satisfazer o desejo reprimido

Eternamente

Do meu coração

...



3 comentários:

  1. Gostei tanto, tanto, tanto, mas tanto do seu poema que não saberei exprimir o quanto gostei.
    Achei você nos meus amigos fãs de Jars of Clay no orkut, e, como sou uma mosca de blogs, vim aqui conferir!
    Esse post me lembrou a "Silence", do Jars.
    Parabéns pelo poema. E por todo o blog.
    É muito bonito. Puro sentimento. Pura arte.

    Um abraço!

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  2. Bah mas eai?? Quando vai postar mais???
    Eu já estou ficando nervoso com essas suas atitudes... fim de papo, away!
    ahsuahusha
    DTA! Há braços!

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