É uma madrugada fria...
Por que não me escutas?
...
Estou falando contigo...
Nada vai mudar a realidade,
Nem mesmo o seu silêncio.
Eu sei que é difícil assumir.
Sinto o frio que vem de fora
Entrando em meu corpo
Tocando minha alma...
Agonia que não passa
A batida do coração parece,
Parece, parece...
Passos apressados
Que não saem do lugar
-------
Queria que me compreendesse
Sentir a dor que eu sinto
Caminhar pelo Caminho que trilho
Se ao menos demonstrasse interesse.
Poderia ter uma chance
Uma oportunidade única,
A dor que daria alegria
-------
Pode ser demasiadamente tarde o Amanhã
O Hoje pode ser sua última chance.
Depois que estiveres lá
Retorno será inviável
Escute-me, minhas palavras
Simples palavras (futuro complexo)
Nelas há sabedoria,
Imparcialidade
-------
Vou prestar conta mais tarde
Não quero carregar a culpa
Ajude-me
A satisfazer o desejo reprimido
Eternamente
Do meu coração
...
sábado, 23 de maio de 2009
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Gostei tanto, tanto, tanto, mas tanto do seu poema que não saberei exprimir o quanto gostei.
ResponderExcluirAchei você nos meus amigos fãs de Jars of Clay no orkut, e, como sou uma mosca de blogs, vim aqui conferir!
Esse post me lembrou a "Silence", do Jars.
Parabéns pelo poema. E por todo o blog.
É muito bonito. Puro sentimento. Pura arte.
Um abraço!
Bah mas eai?? Quando vai postar mais???
ResponderExcluirEu já estou ficando nervoso com essas suas atitudes... fim de papo, away!
ahsuahusha
DTA! Há braços!
Há braços
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